terça-feira, 14 de abril de 2009

Andross Editora - microcontos

ANDROSS EDITORA RECEBE MICROCONTOS PARA NOVA ANTOLOGIA

A Andross Editora está recebendo, até dia 31 de maio, microcontos de novos autores para a antologia Histórias Liliputianas – Antologia de Microcontos.
Microcontos são histórias de sentido completo com, no máximo, 600 caracteres incluindo os espaços, mas não o título. Veja dois exemplos:

DEVER CUMPRIDO! (Edson Rossatto)
Tomou o ônibus e sentou-se à janela. Ficou a observar as pessoas nas ruas daquela cidade americana. Chegou em casa, brincou com os filhos, jantou e foi ver tevê.
- Como foi seu dia?
Sorriu.
- Nenhuma novidade!
Voltou a assistir ao programa, sem nenhuma lembrança do cheiro de queimado insuportável da eletrocussão realizada por ele nos porões daquele presídio.
COMPROMISSO (Edson Rossatto)
Quadris em vai-e-vem, urros, suor, lençóis amarrotados. Aquela havia sido a melhor transa de ambos. Só não continuaram porque ele precisava rezar a missa das oito.

Autores com obras já publicadas também podem participar. O regulamento e as instruções para envio dos textos estão disponíveis no website da editora: www.andross.com.br. O lançamento de Histórias Liliputianas – Antologia de Microcontos está previsto para dezembro.

Sobre a Andross:
Com cinco anos de mercado e 34 títulos publicados, a Andross Editora nasceu no campus da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo, para abrir espaço aos alunos que não tinham condições de publicar seus primeiros textos. Iniciou as atividades com obras acadêmicas, cresceu e se manteve graças a um modelo de negócio diferenciado: a publicação de antologias.
Por este sistema, a editora já publicou mais de 790 autores, de 13 a 68 anos, do ensino médio ao doutorado, amadores e profissionais. Alguns dos que estrearam nas antologias da Andross hoje têm obras publicadas individualmente por outras editoras.

Mais informações para a imprensa:
ANDROSS EDITORA
EDSON ROSSATTO
11 2943-7687 - 11 8217-6191
Skype: Andross - www.andross.com.br

Abril de 2009

Lições de vida

Este foi o primeiro filme que eu vi com o Brendan Fraser, como eu já disse no post que dediquei a ele. E para mim continua sendo seu melhor filme. Com Mérito conta a história de um rapaz mimado e esnobe, estudante de Harvard, que está indo tirar uma cópia de sua tese quando cai e deixa parte do seu trabalho cair num bueiro.
Descobre então que um mendigo está fazendo uma fogueira para se aquecer com as folhas de sua tese. Em troca das folhas, o mendigo vivido por Joe Pesci quer alguns favores. De favor em favor, o mendigo muda completamente a vida de Fraser e de seus colegas com quem divide um apartamento.
Sua melhor amiga é a atriz Moira Kelly, que não emplacou nenhum outro sucesso (não que este tenha sido um deles hehehe) e acabou no seriado teen "One Three Hill". Já o outro colega de Fraser saiu da concha onde passou os anos 90 e tem uma carreira muito bem sucedida dividida em comédias românticas e a série "Grey's Anatomy", onde vive o médico apelidado de McDreamy. Para quem não se lembra do eterno "Loverboy" Patrick Dempsey, "Com Mérito" foi um dos poucos filmes que ele fez na década de 90.
O filme mistura muito drama com cenas divertidíssimas protagonizadas por Pesci e ainda um toque de romance. Aliás, para mim a melhor cena é romântica e se passa no telhado do casarão (ou era prédio?) onde está rolando uma festa do pijama. Confiram!

Bela, loira e talentosa

Bonita sem ser linda (discutível), boa atriz mas não excelente (discutível), com uma voz maravilhosa (indiscutível) e prenome masculino, Evan Rachel Wood vem encantando a todos com seu talento. Junto com a sumida Alison Lohman e Natalie Portman e, de fato, bem no meio das duas, a loiríssima garota vem se destacando a cada trabalho e mostrando que é uma das melhores de sua geração.
Para quem é fã de rock, ela está no clipe do Green Day, ao lado do ex-namorado, o ator Jamie Bell, na música "Wake Me Up When September Ends", sobre a guerra do Iraque. Mas bem antes disso, já havia chamado a atenção no filme "Aos Treze", onde faz a filha rebelde de Holly Hunter. Em um papel dramático e intenso, ela recebeu muitos elogios. Para ser bem sincera, eu mal lembrava dela antes desse filme. Na minha opinião, foi seu primeiro papel de destaque.
E então, no musical "Across the Universe", eu descobri que além de tudo, ela canta maravilhosamente bem. Sua versão de "If I Fell" (todas as músicas do filme são dos Beatles) é de partir o coração. Mas não se enganem, a moça não é tão santinha assim. Já tirou fotos bem atrevidas e seu último ex-namorado é ninguém menos que o bizarro Marilyn Manson.
Se quiserem conhecer melhor a jovem atriz, assistam aos filmes indicados e depois comentem aqui. Aliás, os dois filmes ainda serão comentados, aguardem...

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Impossível mesmo!

Impossível não se lembrar da música-tema do filme ou não tê-la como toque de celular. Baseado na famosa série homônima dos anos 70, Missão Impossível mostrou um Tom Cruise bem diferente do que estamos acostumados.
No papel do agente secreto Ethan Hunt, ele vive mil e uma aventuras com muita perseguição, tiros e explosões. O primeiro filme fez tanto sucesso que ganhou mais duas continuações com o mesmo elenco, que traz, entre outros, a maravilhosa Judi Dench.
Em meio a tantos coadjuvantes e tão bons atores, dois se destacaram na trilogia: Thandie Newton e Philip Seymour Hoffman. Este, perfeito como não poderia deixar de ser, fez um vilão de gelar os ossos.
Para mim, o terceiro filme foi o melhor. Com ação do começo ao fim, reviravoltas e um certo suspense, "Missão Impossível 3" não deixou a desejar. Sem contar que o cabelo do Tom Cruise tá lindo hahahaha...
Apesar de ter algumas (para não dizer muitas) cenas bem forçadas e muitos efeitos especiais, o filme agradou os fãs da série, apesar de que a semelhança entre o filme e a série acaba na trilha sonora, porque a série contava a história de uma equipe e não se focava num único personagem.
E quem não conheceu a série vai gostar mais ainda porque não vai ficar fazendo comparações desnecessárias. Ethan Hunt é o melhor agente secreto desde James Bond, portanto merece certa atenção (apesar de que eu nunca vi nenhum filme do 007 hehehe).

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Ah, os anos 80...

Os anos 80 deixaram muitas boas lembranças para o cinema, como os filmes de John Hughes, os dois Corey (Haim e Feldman) e Molly Ringwald. Ela, que hoje está no anonimato, teve o auge de sua fama no final dos anos 80.
Tenho vontade de rever os filmes daquela época, principalmente quando tenho que escrever sobre eles e não me lembro direito nem da história. Alguém aí se lembra do clássico A Garota de Rosa Shocking?
Junto com "O Clube dos Cinco" (já comentado aqui) e "Gatinhas e Gatões", foi um dos maiores sucessos da curta carreira de Molly Ringwald. Uns anos atrás ela chegou a fazer uma ponta num episódio do seriado teen "Dawson's Creek" em que o criador da série, Kevin Williamson, homenageou o filme "O Clube dos Cinco".
No filme em comento, Molly faz uma garota pobre que se apaixona por um rapaz rico e ambos têm que lutar contra o preconceito dos respectivos amigos e famílias para ficarem juntos. O rapaz rico é vivido pelo ator Andrew McCarthy, que de vez em quando aparece em alguns filmes para a TV ou seriados.
E quem não se lembra do melhor amigo de Molly, um nerd que não admite que ela fique com o rapaz rico porque é secretamente apaixonado por ela? O cara cresceu, envelheceu, mas continua com a mesma cara de tonto que lhe deu o papel.
Para quem não se lembra de quem eu estou falando, é o ator Jon Cryer, também conhecido como Alan, o imrão mais novo de Charlie Sheen no seriado cômico "Two and a Half Men". Lembraram?

Excelente trilha sonora

Este foi o filme em que eu conheci o ator, dançarino, sapateador e modelo Adam Garcia. Mas não é só por isso que Showbar é uma das melhores comédias românticas que eu já vi. Violet, que depois vira Jersey, é uma garota que sonha em ser cantora, mas morre de medo de palco. Ela vai para a cidade grande e acaba indo trabalhar num bar chamado Coyote Ugly (que é o nome original do filme).
O filme fez tanto sucesso aqui que virou nome de uma balada paulistana que, assim como no filme, conta com performances dos bartenders sobre o bar. E um telão passa cenas do filme antes das apresentações.
O elenco também é muito bom, contando com a participação de Maria Bello, Melanie Lynskey e até mesmo da modelo e apresentadora Tyra Banks, isso só para falar das mulheres. Reparem numa pontinha da banda The Calling no bar onde Violet conhece o Kevin (acho que é esse o nome dele). E também na participação da cantora LeAnn Rimes, que canta boa parte das músicas do filme.
Aliás, a trilha sonora não deixa a desejar. De Kid Rock a Nancy Sinatra, ainda conta com músicas do Blondie e, claro, da LeAnn Rimes, jovem cantora country que já gravou com ninguém menos do que Elton John quando tinha apenas 15 anos.
Seja pela história do filme, pelas performances das bartenders ou pela trilha sonora, este filme vale a pena ser visto, principalmente se você for um romântico assumido.

Jim Carrey como nunca se viu

Já vimos Jim Carrey fazer comédia e drama, mas suspense foi a primeira vez. No filme Número 23, Carrey faz um homem pacato e bem casado com a talentosa Virginia Madsen. Um belo dia chega às suas mãos um livro de memórias que aparentemente conta a história da vida de um assassino. E não é que Carrey percebe se tratar da história da sua vida? Mas ele não cometeu nenhum crime.
O nome do filme se justifica porque o autor do livro está obcecado pelo número 23, que aparece em sua vida de diversas formas. O suspense aumenta à medida que Carrey começa a perceber as semelhanças entre a sua vida e a do autor do livro. Sua mulher fica preocupada e tenta ajudá-lo, mas isso só piora as coisas.
Bem, não foi o melhor filme de suspense que eu já vi na vida, mas para quem curte o Jim Carrey e quer vê-lo em papéis diferentes, este filme pode agradar. Carrey está muito bem no papel do homem perturbado pelo livro, ams que não consegue deixar de lê-lo.
Lá pelo meio do filme, ele começa a ficar meio complicado e dá muita informação em pouco tempo, o que lhe tira um pouco da graça e parece não fazer sentido algum, mas prestem bastante atenção porque tudo acontece para que possamos entender o final do filme.
No fim das contas é um filme diferente e vale a pena ver Carrey num papel incomum.